Artigo da EW traduzido

 Heeeey Hunters, estamos de volta com mais artigo traduzido. Os produtores de SPN contaram para a Samantha Highfill do EW, como eles se inspiram para criar novas histórias para SPN no decorrer dos anos.. E falam também do sucesso da série. Vamos lá conferir esse artigo:

Chefes de Supernatural em como eles inventam novas histórias

Ao longo de 11 temporadas, Supernatural entregou 241 episódios cheios de diferentes monstros, mistérios, e claro, motéis. Mas o maior mistério da série continua: Como os roteiristas continuam inventando novas ideias?!
“Nós realmente sofremos muito para não reciclar as coisas,” o produtor executivo Robert Singer diz à EW. “Obviamente honramos nossa mitologia passada, mas realmente queremos estar cientes que não estamos contando a mesma história de novo e de novo. Porque isso não seria divertido para o público e não é divertido para nós.”
Então quando se trata de encontrar nova inspiração, o showrunner Andrew Dabb diz, “Começa em duas funções: Tem a função da personagem e a função do enredo”. Como podemos desenvolver essas personagens? Vivemos em um mundo onde Sam e Dean mudaram muito ao longo de 11 temporadas, e onde você os leva que seja natural, mas também novo território? Especificamente, nessa temporada, Mary se torna um ponto de partida em direção a um crescimento de personagem interessante para os dois. Essa é a função da personagem, é tender profundamente no que veio antes, em quem são essas pessoas.
“Em termos de enredo, acredito em alimentar seu cérebro,” Dabb continua. “Somos uma série onde encorajo fortemente (roteiristas) assistirem muitos filmes, muita TV, ler um monte de coisas, e ideias podem vir de qualquer lugar. Falando de forma muito geral, há seis modelos básicos para histórias assustadoras: a casa mal-assombrada, o estranho que chega à cidade, etc. Então, como você pega esse modelo e o renova? Pessoas estão trazendo coisas de outras séries, de outros livros que leram, de histórias em quadrinhos, da vida, de pensamentos estranhos que se tem quando você está acordando.” (Para fãs obstinados da série, “The French Mistake” é o episódio que nasceu dos “pensamentos estranhos que se tem quando você está acordando.” do criador Eric Kripke.)
“Escrevi um episódio umas temporadas atrás que aplicou uma lógica de desenho animado à Supernatural,” Dabb diz. “Isso saiu literalmente de assistir os arquivos dos Looney Tunes. Fizemos o episódio de Ghostfacers anos atrás, que foi pegar reality TV e colocar na nossa série. Fizemos sitcoms na nossa série. No episódio “Changing Channels”, fizemos nossa versão de Grey’s Anatomy. Mas para mim, a melhor coisa ou a mais interessante tem a ver com a vida real também. Então temos um novo roteirista na equipe esse ano chamado Davy Perez que cresceu em uma família religiosa e foi capaz de trazer, sem dar muitos spoilers, está trazendo alguns elementos disso para esse tipo de histórias que ele está escrevendo, e acho que sempre penso que é daí que se tira as coisas mais autênticas. É sempre divertido de fazer com certeza.”

Uma vez que a inspiração chega, é sobre ter certeza que a história se encaixe no mundo que a série estabeleceu. “Certamente temos regras que foram estabelecidas sobre quais monstros trazemos – temos regras com anjos, regras com demônios, no qual acho que você deve jogar dentro desses limites,” Singer diz. “Acho que algumas das razoes que algumas dessas séries não tem a longevidade que temos é que eles esgotam a história muito rápido, onde temos um desenrolamento mais lento, mas acho também que eles começaram jogar um pouco rápido e relaxado demais com as regras para tentar ter uma história pronta e acho que ou conscientemente ou subliminarmente, o público sabe disso. Temos alguém que realmente fica de olho nessas regras, tentamos nos ater às nossas regras.”
“Quando empacamos às vezes é quando tentamos criar novos monstros com um novo conjunto de regras,” Singer continua. “Acho que esses episódios não são os melhores. Acho que outra coisa que fazemos com sucesso são nossos vampiros ou nossos lobisomens ou qualquer um que foi efetivo, não são os mesmos personagens toda vez. Tentamos colocar nossos monstros com uma história e personalidades próprias e com um objetivo próprio. A esse respeito, eles não são muito diferentes que qualquer outro vilão que você talvez encontre numa série policial. Todo vilão é o herói de sua própria história e é isso que tentamos fazer com os nossos.”
E ainda, não, importa de onde a inspiração venha ou como funciona dentro do mundo de Supernatural, há uma regra muito simples para trabalhar na série. Como Singer coloca, “No fundo, no qual sempre foi, é a história sobre dois irmãos e tentar contar histórias interessantes que os envolvam emocionalmente.” Em outras palavras, você nunca pode ignorar a cena onde eles sentam no Impala e falam sobre seus sentimentos.

Artigo pela Samantha Highfill do EW!

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Até a próxima Hunters!

     

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